O apego é algo que causa dor, um vício do comportamento humano que amarra as pessoas feito o grilhão que amarra alguém ao tronco para ser açoitado. A professora Daura explicou que combatê-lo é como retirar terra ao redor de uma raíz. No princípio parece fácil, mas quando percebemos quão funda pode ser uma raíz a tarefa já mostra a verdade face de sua complexibilidade. Isso acontece porque o apego é muito fácil de ser transferido e muito difícil de ser identificado.
Para que o apego possa ser combatido, é preciso compreender que “eu não tenho nada”. Meus filhos não são “meus” filhos, apenas vieram através de mim, meu trabalho, não pode ser “meu, pois qualquer um pode vir a ocupar meu cargo etc. Todas as relações são processos, que começam se desenvolvem e acabam e o fim é muito menos doloroso quando entendemos que não temos posse sobre nada.
Quando conseguimos alcançar o desapego, assamos a aceitar a realidade como ela é, assim, conseguimos viver além da ilusão apresentada pelo mundo. Viver com desapego é sermos natural e permitir com que os outras sejam como eles realmente são, é permitir que vida corra, como corre rio, sem pensarmos que os acontecimentos e as pessoas não são nossos, tal como temos a consciência de que os peixes do rio não pertencem a nós, mas somente a eles mesmos.
Para que o apego possa ser combatido, é preciso compreender que “eu não tenho nada”. Meus filhos não são “meus” filhos, apenas vieram através de mim, meu trabalho, não pode ser “meu, pois qualquer um pode vir a ocupar meu cargo etc. Todas as relações são processos, que começam se desenvolvem e acabam e o fim é muito menos doloroso quando entendemos que não temos posse sobre nada.
Quando conseguimos alcançar o desapego, assamos a aceitar a realidade como ela é, assim, conseguimos viver além da ilusão apresentada pelo mundo. Viver com desapego é sermos natural e permitir com que os outras sejam como eles realmente são, é permitir que vida corra, como corre rio, sem pensarmos que os acontecimentos e as pessoas não são nossos, tal como temos a consciência de que os peixes do rio não pertencem a nós, mas somente a eles mesmos.